Sim, fui à dermatologista ontem. E sim, estou até com mais ânimo para continuar.
Caramba, a minha médica fez o tratamento durante um ano também. E ela é tão linda… parecia também absolutamente sincera quando disse que só parou de usar o remédio quando foi obrigada a fazê-lo. Sim, o remédio traz ótimos resultados para a pele, com certeza.
Sobre os efeitos colaterais… bom, falei pra minha médica tudo o que eu senti durante o último mês, e recomendo que qualquer pessoa que passar por esse tratamento o faça. É necessário (senão indispensável) compartilhar todas as dúvidas, incertezas, problemas, alergias e até a vontade de desistir do tratamento que nos dá de vez em quando. E foi exatamente isso o que eu fiz. Resultado? Mais hidratantes e mais fortes também.
- Uremol Fluid: para o corpo. Usar de uma a três vezes por dia, de preferência após o banho;
- Hydraphase XL: para o rosto. Sempre depois do banho e antes do filtro solar. Aliás, o filtro solar deve vir sempre depois desse.
Não, você não vai achar esses creminhos por um preço “companheiro” nas farmácias e drogarias. Assim como o Roacutan (que está na média de R$ 130 a R$ 150 por aqui), tanto o Hydraphase (R$ 97) quanto o Uremol (R$ 60) dão uma bela furada nos nossos bolsos. Mas são incrivelmente hidratantes. Para os dias de mais calor (ah, o verão!), minha médica recomendou (e eu também!!!) que eu usasse o Kalima, que foi o primeiro hidratante que eu usei, logo quando comecei o tratamento. Isso porque ele é bem mais leve, no sentido de ser agradável de usar e não deixar aquele efeito “tô grudenta” na pele.
De resto, é muito protetor solar, muita manteiga de cacau, muita água e muita força de vontade. Às vezes, você vai se sentir tão triste por nada que vai querer é deixar tudo pra lá e desistir. Mas, como a minha querida dermatologista já me disse, é levantar a cabeça e seguir em frente: você não é o único que tem esse tipo de problema com acne e nem será o último a se tratar.

Acho que todas as coisas mais incríveis que alguém pode querer do amor estão escritas em músicas, daquelas que são mais profundas, daquelas que têm mais conteúdo. Porém, nos últimos dias, todas as vezes em que escuto a melodia desse som, leio a letra dessa música ou a escuto, penso que tudo o que ela descreve é exatamente tudo o que eu procuro.
O amor é justo? Não. Definitivamente não. Ao menos não pra mim.
Esquecer completamente uma dor, um sofrimento, uma magoa, pode ser a solução para se ter uma vida mais feliz? É esse o principal questionamento do clássico “Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças”, mas um dos filmes antigos com resenhas da Rakky.