Que fragilidade…

fragilidadeEu não quero pena. Nem desculpas. Nem olhares de compaixão.
Só quero um abraço. Daqueles que curam todas as dores. Daqueles que quebram uns ossos.

Não quero entendimento. Quero carinho. E um pouco de descanso também. Aquela paz de fim de dia que fica presa na rede estendida na varanda.

Quero o sossego de um por de sol… E o otimismo do seu nascer mais belo.
Quero cada pedaço de cor que houver. Num arco-íris multicolorido.

Não preciso de bandagens nem de curativos. Os meus cortes são profundos demais pra que lhe sirvam.
Preciso de sorrisos. De risadas longas, de piadas intermináveis. De razões pra cantar. De segurança pra dar novos passos.

Não preciso de pedras. Já tirei todas do sapato. Nem preciso de obstáculos. Os que enfrentei já me moldaram demais.

Quero caminhos abertos e trilhas iluminadas. Nunca usei os atalhos, então deles eu não preciso também.
Preciso do ar mais puro. Da flor mais bonita. Do sonho mais doce. Da poesia mais sincera.

Preciso de força. De vontade. De afeto. De boas notícias e talvez de um pouco de atenção. E preciso mais que tudo ser egoísta. Porque eu não só quero, nem preciso disso tudo. Eu mereço cada coisa. Num pacote com fita de cetim azul celeste.

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3 comentários sobre “Que fragilidade…

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