Férias internacionais

Ok, todo mundo sabe que eu devia ser mineira.

Que as minhas flores de abril deveriam ser o ápice de 2013.

#sóquenão

Fazia um tempo que eu pensava em fazer uma viagem internacional. Pra ampliar conhecimento, treinar meu pobre inglês, conhecer a cultura de um outro país, ver pessoas, interagir. Nada melhor do que dar um jeito de fazer tudo isso num intercâmbio, não é mesmo?

E lá fui eu!

Miami

O melhor setembro da minha vida tava lá. A Flórida é maravilhosa, Miami é maravilhosa, as pessoas são perfeitas, a escola em que fiquei é perfeita, minha host family foi perfeita, as praias são perfeitas, a comida é perfeita, as baladas são perfeitas. Meu inglês tá muito melhor do que quando eu fui pra lá (com certeza), eu descobri que eu consigo me comunicar muito bem e me fazer entender (dá medo no começo, mas depois é sussa) e ainda aprendi um poquinho de espanhol (porque não?)

Só que Miami não deletou um sonho antigo da cabeça. O nome do sonho é The Wizarding World of Harry Potter.

E lá fui eu pra Orlando também, outro lugar perfeito.

The Wizarding World of Harry Potter

Porque não tem nada em Orlando que eu quisesse ver mais do que esse castelo. E Hogsmeade! *-*

Engraçado que eu consegui juntar duas coisas muito importantes pra mim numa viagem só: conhecimento e diversão. E é claro, a realização de um sonho, porque gente, olha esse castelo pelo amor de Deus!

E se eu puder viver pra viajar, é isso que eu vou querer fazer.  Porque não tem nada mais legal na vida! =)

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Harry Potter e o Enígma do Príncipe: o que esperar do sexto filme da série

Harry Potter e o Enígma do Príncipe. Sexto filme da série, que seria o penúltimo caso a galerinhadomarketing direção  não houvesse decidido dividir o final da saga do “menino que sobreviveu” em dois filmes. Depois de ver a mais nova estréia do cinema, minha ansiedade pottermaníaca pela chegada dos filmes  “Harry Potter e as Relíquias da Morte”  (I e II?) ficou ferozmente aguçada. Mas tudo tem explicação! E se você não leu “O Enígma do Príncipe” ou não quer saber muito do filme que não viu ainda, por favor, pare de ler agora!

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No começo, estranhamento. Harry surge lendo o Profeta Diário em um pub londrino, com Dumbledore aparecendo numa estação de trem para buscá-lo. Aquilo definitivamente não foi uma cena muito agradável aos olhos, apesar de a visita ao profº Slugorn ter sido bem adequada. No mais, o filme segue um tanto arrastado até a primeira aula de Poções, com o novo professor, que acreditava ser Harry um gênio da magia. Até o livro do Príncipe Mestiço está com a cara que se imagina ao ler… pequenos detalhes, que quem está acostumado a ler e ver a série não acredita que foi considerado.

Mas também não está tudo tão perfeito assim. Quem esperar pelas aulas de Harry com Snape sobre os feitiços não-pronunciáveis, quem tiver ansias por ver as re-reuniões da Armada de Dumbledore e a descoberta da sala precisa por Draco, quem quiser ver no detalhe as várias visitas de Harry à penseira de Dumbledore  (só três são registradas) ou quem ainda ansiar por mais aparições da Murta Que Geme ou de algum dos fantasmas do castelo não vai encontrar nada disso. Mas, por mais estranho que isso possa parecer, essas “faltas” do filme só são percebidas depois que ele acaba, e que você começa a pensar muito sobre o assunto… o que me faz concluir que esse é a melhor adaptação cinematográfica da série, até então…

Agora, é só esperar pela adaptação das Relíquias da Morte e torcer para que o maior número de detalhes possível vá à telinha!

Resenha – Último “Harry Potter” responde às dúvidas dos fãs e finaliza saga

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Esqueça tudo o que você acha que sabe sobre Harry Potter e abra a primeira página. Lá estão as respostas para todas as suas perguntas, acredite. A batalha final está chegando, isto está no ar. Com Voldemort dominando o ministério, o Profeta Diário e toda a comunidade bruxa caçando Harry como o ‘Indesejável nº01’ , até sair da velha casa na Rua dos Alfeneiros nº 04 seria difícil. Doze Harry´s deixaram a casa, cercados por membros da Ordem, que sem Dumbledore ficaria cada vez mais frágil, e seguiram para sua aventura. Harry, Rony e Hermione deveriam caçar as Horcruxes e destruí-las. É pena nenhum dos três ter a menor idéia de por onde começar.

Hogwarts não era mais a de antes. Trouxas e nascidos trouxas, assim como mestiços estavam sendo caçados e destituídos de suas varinhas, quando não mortos ou torturados, em todos os lugares do mundo mágico. Nenhum lugar poderia parecer seguro. Fugir era a única saída, mais a batalha viria.

Quanto faltaria para encontrarem todas as Horcruxes? Como fariam para destruí-las? Quantos morreriam para salvar Harry? Quanto tempo eles passariam procurando? Se Dumbledore morreu, quem os ajudaria? A amizade de Rony é mesmo verdadeira? A herança que Dumbledore deixou era realmente inútil? Essas e muitas outras perguntas passarão pela sua cabeça enquanto Harry persegue as poucas pistas que acha que tem. Mais no meio de seu caminho às Horcruxes e à destruição de Voldemort, ele se encontrará com as Relíquias da Morte, relíquias mágicas que deixariam o bruxo que as possuísse como sendo o mais poderoso entre os bruxos. Harry se esquecerá de sua missão com as Horcruxes e caçará as Relíquias, querendo o poder, ou deixará Voldemort se tornar invencível?

A amizade, o amor e a coragem de Harry são postos à prova como nunca. Todos aqueles que ele mais amou na vida tinham suas vidas ameaçadas por ele, para defender ‘o-menino-que-sobreviveu’. Ele conseguirá se salvar e salvar a todos ou se entregará à morte?

Dúvidas e mais dúvidas apareciam em cada nova curva de seu caminho. Ele teria tempo para Gina? Ele sobreviveria novamente? Rony e Mione ficariam juntos? E Gui e Fleur? Lupin e Tonks? Sr. e Sra. Weasley? Neville e Luna? Eles sobreviveriam também? Harry poderia salvar a todos? Dumbledore era um mago incrível ou um grande traidor? Rita Skeater, a jornalista mais odiada do mundo mágico (ao menos por Harry) dizia a verdade pela primeira vez? Somente “O Pasquim” e o “Potterwatch” pareciam estar do seu lado, junto à Ordem da Fênix e a Armada de Dumbledore, que, agora chefiada por Neville, dava sérias dores de cabeça aos comensais da morte. Como tudo isso vai acabar?

Ainda sem tradução para o português (com exceção é claro, dos fãs que disponibilizaram uma versão não oficial em alguns sites), Harry Potter and the Deathly Hallows deve ser o último livro da saga do menino bruxo. J.K. Rowling com certeza fechou muitos pontos, mais ainda deixou algumas dúvidas. E não é errado pensar que ela vai usar isso, algum dia. Só resta agora ler e se encantar com o fim da grande aventura do bruxinho com a cicatriz em forma de raio em sua testa. Não perca mais tempo. E viva Harry Tiago Potter!

Harry Potter and the Deathly Hallows J.K.Rowling

Gênero: Ficção Fantástica

Número de páginas: 570

Edição: 01/2007

País de Origem: Inglaterra

Preço: de R$61,90 a R$70,00

Nota: 10

Publicado originalmente no site MagazineCult.net em agosto de 2007