Dez Razões pra Ouvir Paramore

Com certeza você já leu algum dos meus Dez Razões pra Ouvir por aqui. Se ainda não leu, é bom dar uma clicadinha aqui e ler, ora bolas. Mas uma coisa que você talvez não saiba é que o meu amigo baterista Thiago Mello, dono do blog Etracisum, copia essa ideia de vez em quando. Hoje eu vou fortalecer ainda mais essa cópia e falar para vocês de uma banda que vem para o Brasil pela segunda vez em fevereiro de 2011 e que eu preciso ver ao vivo: o Paramore, com base no texto que o Thi escreveu e que você pode ler aqui. Vamos lá? Dez Razões pra Ouvir:

1 – Origens: o Paramore surgiu em 2004 no Estado de Tennessee, nos Estados Unidos. A banda era formada inicialmente por Hayley Williams, no vocal, Jeremy Davis no baixo e Josh e Zac Farro, na guitarra e bateria respectivamente. O nome da banda foi inspirado no nome de um antigo baixista de uma das bandas que os integrantes tiveram antes do Paramore, uma vez que o grupo descobriu que a palavra Paramour (“Amante secreto”) soava da mesma maneira que o nome do moço. Aí a turma resolveu trocar o nome para “Paramore” mudando um pouquinho a ortografia (fofo né?) . Hayley fazia aulas de canto e se juntava com a galera para compor e uma das primeiras músicas compostas por essa formação foi “Conspirancy” que mais tarde faria parte do primeiro álbum da banda, o….

2 – “All We Know Is Falling”: de 2005 é album de estréia. Eles chegaram aí porque participaram de alguns festivais estaduais e um dos fundadores da gravadora Fueled by Ramen prestou atenção no som da galera, ouviu umas demos da banda e os contratou. Sobre a gravadora, uma Hayley orgulhosa declara “Algumas de nossas bandas favoritas estão na Fueled by Ramen. Nós sabiamos que eles conseguiriam executar exatamente a visão para a nossa banda e a nossa música”. No mesmo período Davis deixou a banda alegando razões pessoais e em seu lugar entrou  John Hembree, que só durou 5 meses na banda, já que todos sentiam falta de Davis e, ao lhe pedirem para voltar, tiveram o pedido aceito. Os destaques do álbum são “Emergency”, “All We Know” e  “Pressure”, o primeiro grande single da banda revelou o Paramore de uma maneira nada convencional. Ao invés de estourar nas paradas de sucesso e ficar por semanas no primeiro lugar, Pressure ficou famosa no game The Sims 2 e ganhou a garotada viciada no game. Bem moderninhos não?

3 – “Riot!”: definitivamente o álbum que diria para o mundo a que veio o Paramore. Gravado em 2007, com Josh desempenhando todas as funções de guitarra, já que Hunter (que entrou na banda em 2005) deixou a turma para se casar, o álbum prometia grandes surpresas. A palavra Riot!, segundo Hayler, é uma explosão súbita de emoção descontrolada. Não é exagero pensar assim de um álbum que vende 44 mil cópias na primeira semana após o lançamento (só nos EUA!). Os destaque do Riot! formam praticamente o álbum inteiro, desde a devastadora “Crush, Crush, Crush” que pode ficar semanas na cabeça de alguém à energética “Born For This” que finaliza o álbum com tudo o que tem direito, passando pela elétrica “Hallelujah” até a despretenciosa e envolvente “Misery Business” que Hayley define como a coisa mais honesta que já escreveu igualada à emoção musical que a banda construiu. É um álbum que merece ser ouvido;

4 – Friends Business: ao mesmo tempo em que ganhavam o mundo com o Riot! o Paramore não podia ficar parado. Nessa época foi que eles fizeram shows por diversas cidades dos EUA e ainda fez uma participação especial no Late Night with Conan O’Brian show, graças à amizade com o antigo baterista do programa Max Weinberg. Aliás, o povo do Paramore não tá nada mal de amizades…  graças a essas, participaram do clipe de “Kiss Me” com o New Found Glory, Hayley gravou duas faixas para o álbum In Defense of the Genre dos amigos da Say Anything e em 2008 iniciou uma turnê junto com as bandas Conditions, Kids in Glass Houses e denovo o New Found Glory. Quem foi que disse que o relacionamento não é importante para o sucesso?

5 – Dando uma lição nos especuladores: que grandes bandas têm problemas com a fama não é segredo para ninguém, certo? E com o Paramore não foi diferente. No início de 2008 a banda cancelou alguns shows e meio que deu uma parada para relaxar. Toda a imprensa já espalhava rumores de que a banda acabaria porque os irmãos Faro queriam mais espaço, de que haviam brigas internas graças ao destaque de Hayley e mil outras coisas. Em abril do mesmo ano, o grupo deu um tapinha com luvas de pelica em todos os que torciam por seu fracasso: lançou o clipe de “That’s What You Get”, com cenas de confraternizações entre a banda e amigos da cidade de Nashville. Imagens falam mais do que palavras? Eu também acho que sim!

6 – Na trilha sonora do Crepúsculo: antes de todas as menininhas delirarem com Edward Cullen, o filme que teria recordes incríveis de bilheteria precisava de uma trilha sonora. O Paramore foi a primeira banda a compor exclusivamente para a trilha sonora do filme e emplacou duas músicas no já consagrado sucesso entre os adolescentes: “Decode”, que também ganhou clipe oficial baseado na história de Bella e Edward e “I Caught Myself”. Bonito não?

7 – Prêmios e Destaques: o Paramore foi destaque na capa de fevereiro de 2008 da revista Alternative Press e foi eleita “A Melhor Banda de 2007″ pelos leitores. A banda foi nomeada para o “Artista Revelação” no 50º Grammy Awards, apresentado em 10 de fevereiro de 2008, mas perdeu para Amy Winehouse. A banda ainda foi indicada para o MTV Video Music Awards, MTV Europe Music Awards (a banda ganhou como “Melhor Grupo Alternativo”), MTV Video Music Brasil (foram os ganhadores do prêmio de “Melhor Artista Internacional”) e MTV Movie Awards;

8 – No Brasil e no Mundo: 2008 seria um ano marcante mesmo para o Paramore. Em outubro, o grupo fez uma turnê pela América Latina e América do Sul, passando por México, Brasil e Chile. Chegaram ao Brasil no de 21 e fizeram três apresentações. No dia 23 de Outubro fizeram o primeiro show em São Paulo (Credicard Hall), no dia 24 no Rio de Janeiro (Citibank Hall) e em Porto Alegre no dia 25 (Teatro do Bourbon Country). Na ocasião, receberam o prêmio MTV Brasil que haviam ganhado no VMB. A próxima passagem da banda pelo país já tem data marcada: 21 de fevereiro de 2011. Eu não tô afim de perder essa, e você?

9 – Brand New Eyes: em 2009 era a hora de mostrar que o Paramore não é feito só de gritaria e de guitarras eletrizantes. E a banda amaduresceu gravando e lançando o Brand New Eyes, um álbum que reune mais a essencia dos integrantes. Para a Rolling Stone, Hayley revelou: “Nós estavamos com medo de nunca mais termos uma música como ‘Misery Business’” e Josh Farro acrescenta “Riot! foi um álbum bem moleque, mas tinhamos que fazer aquilo para chegar aqui”. Ninguém precisava de mais nada para entender que eles estavam falando sério.

10 – Criatividade e inovação: a capa do Brand tem uma borboleta que Hayley achou na rua da casa da mãe dela. Cortaram as asas e prenderam na grade do quintal e assim foram feitas as fotos da capa. Para ela “isso representa que pedaços quebrados, mesmo que individualmente, ainda podem formar uma grande figura. Não importa se elas têm um propósito próprio, uma vez que estejam juntas”. O primeiro single “Ignorance” é um pouco de “mais do mesmo” entre as boas surpresas do Brand New Eyes, o que pode ter desapontado um pouco. Mas foi só “The Only Exception” chegar às rádios pra galera perceber que a banda conseguia mesmo se superar. Dizem que foi o mesmo violão de “Time of My Life” do Green Day que inspirou a banda. Será? Não dá pra saber, só que se tem certeza é que o álbum ficou em 1° lugar no Reino Unido e bateu Mariah Carey e Barbra Streisand nas paradas dos EUA. Já tá bom né?

É pessoal. Espero que eu não tenha decepcionado vocês com esse retorno do Dez Razões pra Ouvir. E para saber mais sobre o Paramore é só acessar http://www.paramore.net

 

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Último show do Disco Paralelo + Ludov anuncia novo álbum



Caramba, eu adoro Ludov.

É uma banda que merece um Rakky Recomenda, e eu juro que vou escrever sobre eles, qualquer dia desses.

A questão é que no último sábado, Vanessa Krongold, Mauro Motoki, Habacuque Lima e Paulo Chapolim fizeram o último show do “Disco Paralelo”, segundo álbum de estúdio da banda (isso sem contar o EP “Dois a Rodar”). O lançamento de um novo álbum foi anunciado pela banda, e as 11 músicas desse disco paralelo que não pôs flores no cabelo da Vanessa, mas fez a banda rodar o país com músicas incríveis, rolaram.

Abaixo, um pedaço da matéria que escrevi pra o Portal “Tô no Palco”, sobre o show:

“O público não parava. Cantavam junto com a banda cada uma das músicas, como um verdadeiro coral. Vanessa sorria, indo de um lado para o outro do palco. Chapolim, sempre empolgado com suas baquetas, cantava junto cada uma das músicas, com um claro sorriso de satisfação no rosto. Motoki e Habacuque faziam a tradicional troca de instrumentos música a música, brincando com a competência de quem tem experiência suficiente pra isso, e quando Vanessa pegava uma guitarra era uma festa…”

Para ler a matéria inteira, visite o site do Tô no Palco (http://www.tonopalco.com.br) ou clique aqui.


Saori e Fake Number lotam Studio Roxy

Quem chegou cedo ao Studio Roxy, na Augusta, no último sábado, pode até ter pensado que o que aconteceria ali seria mais um show só pra alguns poucos fãs e que a danceteria, na parte de cima da casa, é que acumularia mais pessoas naquela noite de inverno. Enganava-se redondamente. O local receberia em poucos instantes uma grande quantidade de jovens, uniformizados para os dois shows que ali aconteceriam: as bandas Saori e Fake Number iriam se apresentar.
O Saori, banda formada no finalzinho de 2007 e que conta com Alexandre Sella (vocais), Thiago Kazumi (vocais e bateria), Gabriel Wollermann (vocais e Guitarra), Rodrigo Yoshitake (guitarra) e Marcelo Pery (sintetizador) mostrou competência apesar de ser este o seu segundo show (o primeiro aconteceu no club Sattva, horas antes). Abrindo a noite com “Rascunho”, a banda ainda um pouco tímida arrancou aplausos da galera que se aproximou do palco pra curtir mais de perto. A próxima música foi “Folhas Secas” e o vocal Alexandre nem precisava pedir: boa parte da galera já tinha escutado a música lançada no MySpace da banda, e cantava “Sei que irão aparecer outras flores que irão, tentar me fazer te esquecer, mas odeio ter que admi acompanhando os garotos e curtindo bastante. Pronto! Nem precisava mais apresentações e formalidades. O novo som anunciado por Alexandre encantou tanto quanto “Respirar”, e a baladinha que se seguiria a bem arranjada “Não deixe o sonho acabar”, onde Thiago abandonou a bateria e dominou a guitarra, mostrando que além de bom baterista e bom cantor, o cara ainda tem grandes habilidades com as cordas. Para finalizar, “Memórias”, que também está disponível para downloads no MySpace da banda, e o seu meigo refrão eram cantado por todos. Para o segundo show, o Saori com certeza se saiu muito bem.
Para continuar aquela festa, o Fake Number armou uma surpresa para os fãs. Uma bandeira gigantesca cobria o palco enquanto Elektra (vocais), Gabriel (guitarra), Pinguim (guitarra), Diablo (baixo) e Tony (bateria) deixavam tudo pronto lá atrás. E de repente a bandeira caiu, revelando uma Elektra que chamava os fãs para perto, e entoava a sua “Apenas Mais Um” tão a vontade quando poderia estar. “Segredos que Guardei” seguiu a sinfonia perfeita feita por fãs e ídolos. Vibrantes e quase sem parar, entre sorrisos e manobras com suas guitarras, Pinguim e Gabriel brincavam com Elektra no palco, naturalidade vista também em Diablo e suas performances com seu baixo e em Tony, lá atrás, na bateria, mas nem por isso menos sintonizado. Gabriel, que também faz parte da banda Saori, não demonstrou cansaço em nenhum momento (mesmo sendo aquele seu terceiro show do dia) e tocava como sempre. “A Cada Dia” e  “Você vai Lembrar”, a nova da Fake, eram cantadas por uma galera sem tréguas. Elektra lançava ao público seu microfone, se abaixava para cantar bem pertinho das fãs, e dançava pelo palco, agitando seus cabelos castanhos/ vermelhos, brilhantes com as luzes da casa. “Conto de Farsas” a música seguinte, ganhou até um megafone, que ajudava Elektra a cantar a segunda parte da música de forma tão especial quanto a registrada no áudio original. Uma parada para “Aquela Música” a baladinha da Fake, e o agito voltava em “Como se você estivesse aqui”, que deveria fechar o show. Mas os fãs queriam mais! Pinguim já até tinha distribuido suas palhetas para as garotas mais próximas, quando a Fake resolveu tocar mais uma, e ele teve que pedir o presente de volta, para em seguida voltar a dar a palheta. A próxima seria “Crushcrushcrush”, do Paramore, banda que faz o maior sucesso entre os fãs da Fake, e que Elektra não nega adorar. Antes que pudessem se despedir, o pessoal começava a gritar novamente o seu “mais um, mais um”. Sem dúvida pegos de surpresa pelos fãs que pareciam querer estender aquele show até o fim da noite, os orquestrados Fakes começaram a sua “Mais do que Palavras” e os quatro garotos, Diablo, Tony, Gabriel e Pinguim, regidos pela maestra Elektra, finalizaram a apresentação arrancando gritos de todos.

Naturalidade marca o Desconcerto de Pitty

Ao abrir o encarte do DVD, instantes antes de colocar o CD no drive (sim, parece extremamente patético eu sei, mas eu não consigo assistir nada sem ler o que eu chamo de “prefácio do filme”, aquelas informações básicas que achamos com frequência nas caixinhas dos DVD´s) me deparei com uma informação importante: “Nenhum tipo de maquiagem, camuflagem ou esconderijo foi usado na pós-produção deste DVD”. Juro que quase não acreditei, mas fui lá, coloquei o disquinho no drive e … susto! Lá estava ela, linda, maravilhosa e rock star. Entrou no palco com um sorriso meio tímido (só lápis e sombra nos olhos), segura e insegura em cada passo até o meio do palco. Sorri pra todos, empunha seu microfone e o show começa. Junto com a banda, Pitty, a baiana que trouxe de volta o som pesado do vocal feminino ao rock brasileiro, ao vivo, sem cortes, sem pausas, sem meio termo. Ela, Joe, Duda e Martin eram eles mesmos, naturais e compulsivos. A primeira música, “Anacrônico”, já poderia mostrar um pouco do que estava por vir: muita energia, muita vibração e muita, mais muita potência, mesmo.

Rodando o microfone pelo fio, sem a menor delicadeza, Pitty cantava com a alma, e isto era sentido pela platéia, que acompanhava cada uma das músicas de cor, formando um coro afinado e fiel. A cantora, super à vontade, lançava o microfone aos fãs, que respondiam cantando. Ao fim de “Semana que vem”, Pitty agradece a presença de cada um, e emocionada, revela: “Foram só três músicas mas eu to cantando cada uma delas como se o mundo fosse acabar depois da próxima”. Imaginei o arrepio que cada um dos fãs que estavam ali sentiu, já que até eu, no sofá, vendo pela TV aquele espetáculo maravilhoso, consegui sentir a alma da cantora se revelando.

O show se seguia com diversas declarações da cantora ao público, encaixadas entre músicas, muita agitação e uma banda inteira dançando, pulando, cantando e interagindo com a platéia. Ao cantar o conhecido “Eu tô exatamente onde eu queria estar”, da letra “Deja Vu”, Pitty volta a falar com os fãs: “E eu espero que vocês também esta noite” provocando gritos. No meio da canção “Memórias”, a cantora domina uma cartola de um fã (com seu nome gravado nela) enquanto ao fundo, uma torre humana se ergue, hasteando uma bandeira com dizeres dedicados a baiana emocionada.

As lentes que produziram o DVD não deixaram de captar as câmeras digitais que registraram o show, tão pouco os celulares que faziam fotos e mais fotos da cantora. A naturalidade e o domínio de palco eram nítidos em cada instante, até mesmo no momento em que a guitarra de Pitty perde uma corda, que é usada pela cantora para fazer mais uma brincadeira com os fãs. Entre pulos, olhares invocados, e a emoção musical que levaria um cantor a se deitar no próprio palco, a cantora reclama: “Porra, vocês levaram todas as minhas palhetas! Como é que eu vou tocar agora? Devolve uma aí, depois eu dou de volta!” se referindo às palhetas deixadas no suporte do microfone, que, não muito difícil de adivinhar, foram pegas pelos fãs mais enlouquecidos (e mais próximos do palco também).

Quase no fim da festa, um “hey, yo! Let´s go” a la Ramones enfurecia a galera antes de Pitty começar o seu “Alguém me interne no paraíso, preciso urgente dar um tempo por lá, o dia passa enquanto eu perco o juízo, quem foi que inventou?”, inicio  de “I Wanna Be”. Banda e cantora deixavam todos tão à vontade que uma garota se sentiu bem vinda ao palco, subiu pulando e caiu pra turma num mosh imitado por muitos outros. Até Pitty, talvez com saudade de seus antigos shows, se jogou pra galera, voltando em seguida para o palco com o vestido desabotoado e o sorriso de uma criança que encontrou um brinquedo perdido. Para quase que fechar o show, o “Diga, quem você é me diga” de “Máscara”, penúltima música da noite, teve resposta imediata: “Eu sou a Pitty, beleza?”. “Querer Depois” encerrou aquela noite que não teve fim, ao menos para os vários fãs de todo o país que enfrentaram barreiras para chegar ao Citibank Hall naquele 06 de julho de 2007 que com certeza foi inesquecível.

Meu DVD parou, mas eu queria mais. Saquei o controle e descobri uma sessão de fotos clicadas por um tal de Otávio Sousa que merece uma atenção especial. O cara refletiu naturalidade em cada um de seus cliques, nos bastidores ou no show. Vale a pena conferir também o making of, batizado de “Exposé”, onde Pitty se confessa e fala de expectativas para a gravação do DVD. A mistura de início/ meio / fim com que se conduzem as partes do making of dão ainda mais a sensação de desconcerto que vem depois de ver tudo. Extras que necessitam ser vistos, ao contrário de alguns DVD´s que inserem extras totalmente inúteis em suas caixinhas finas.

 

DVD Pitty – {Des}Concerto – Ao Vivo – 06/06/07

1.      Anacrônico

2.      Admirável Chip Novo

3.      Semana que Vem

4.      Déja Vu

5.      Brinquedo Torto

6.      Memórias

7.      Na Sua Estante

8.      Malditos Cromossomos

9.      De Você

10.  No Escuro

11.  Equalize

12.  Pulsos

13.  Ignorin´u

14.  A Saideira

15.  I Wanna Be

16.  Seu Mestre Mandou

17.  Máscara

18.  Querer Depois

 

Nota: 9,5