Sobre o ódio aos fã-clubes de Twitter

Eu odeio fã-clube de Twitter! Com todas as forças do meu coração, com toda a minha alma, com todo o ódio que pode existir em mim, “pq qdo eu odío eu ódiiiiooo” (a la Tiririca antes de ser político). E não, não venham me dizer que eu sou uma diretora de um fã-clube de Twitter, porque falar isso dos Skankarados é uma ofensa pública inadimissível.

Se você não entendeu ainda, eu explico. Fã-clube de Twitter é um negócio formado por um só virgem mal amado que não tem porra nenhuma pra fazer da vida e vai lá dizer para o mundo que é fã pra caramba de determinado artista só porque ele acha que isso é algo legal pra dizer a respeito de sua própria vida. Fã-clube de Twitter é um perfil que vai te seguir e mandar uma mention dizendo ‘amor, segue de volta?’ ou para os mais atrevidos ‘me segue que eu te sigo também, ok?’ (é claro que ninguém vai escrever certinho como isso, mas vocês estão captando a mensagem né?

Fã-clube de Twitter enche o saco de todo mundo para que o seu artista favorito ganhe todos os prêmios do universo (do Grammy até “Melhor cantor pra se ouvir no banheiro de cuequinha cor de rosa”) porque “porran, ele é lindo, perfeito, maravilhoso, meu tudo e merece pra caramba!” Fã-clube de Twitter é uma coleção de gentinha sem moral que não sabe nem a razão de achar o artista que ama legal, que não entende porra nenhuma de música, que não sabe nada da vida e que faz coisas incrívelmente inteligentes, conforme mostra a imagem abaixo:

Porque  o amor ao seu ídolo é mais forte em você do que o seu amor próprio e não existe nenhuma doença terrível que possa ser transmitida ou se agravar caso a droga que ela usou pra fazer isso estivesse enferrujada…

Enfim, eu odeio fã-clube de Twitter porque esse tipo de fã-clube não representa nenhum tipo de fã que leva a sério ser fã de alguma coisa. O Skankarados é diferente porque nós tentamos reunir fãs pra eventos com ou sem Skank, esses últimos com música que inspira a banda, ou para encontros de lazer mesmo. Somos sérios porque tentamos antecipar as informações e temos contato com a produção da banda em alguns momentos. Somos sérios, porque não cortamos os pulsos por ninguém e entendemos a relação fã x ídolo como a máxima que desejamos (isso mesmo, nenhuma Skankarada dá em cima de qualquer um dos meninos porque nós respeitamos o trabalho profissional dos caras). Temos um blog que na medida do possível é atualizado, estimulamos a participação em promoções da banda, votamos sim nos prêmios aos quais eles concorrem mas não fazemos só isso da vida (trabalhamos, estudamos, temos vida social além Skank) e tentamos estar presentes em todos os shows, porque o trabalho deles é importante para nós, que entendemos sua música e sua representatividade no estilo musical que seguem.

Acho que essas e outras características devem ser inerentes a todo aquele que quiser dizer que faz parte de um fã-clube. Além de tudo isso, somos amigos, porque é fã-clube não se faz sozinho e seria muito egocentrismo dizer que isso é possível. Por isso, temos muito…

Anúncios

Os 20 anos da banda da minha vida

No último dia 5/6 um fato curioso que mudou bastante a minha vida completou 20 anos. Como assim Rakky, você só tem 23 anos menina! Pois é, mas foi assim: os quatro integrantes da recém formada banda mineira de ska “Skank” se apresentavam no Aeroanta, antigo e famoso bar da capital paulista, para um público pagante de singelas 36 pessoas. O grupo era formado pelo ex-tecladista do Sepultura, Henrique Portugal e os desconhecidos da cena musical paulista Samuel Rosa, Lelo Zanetti e Haroldo Ferreti.

Porque esse showzinho em que com certeza eu não estava mudou a minha vida? Acabo você, querido leitor que me conhece minimamente, consegue ouvir alguma música do Skank e não lembrar de mim? (se você é do Fã-Clube Skankarados essa pergunta não vale pra você, ok?). Acaso você consegue se lembrar de alguma situação muito bonita e especial em que eu não tenha lembrado de alguma música da banda? Acaso conhece alguém que goste mais deles do que eu? (De novo não vale, Skankarados!). Pois é, não né? Eu não vou contar aqui de novo porque eu acho eles incríveis, ou falar como me apaixonei pela banda, ou falar como é legal ver eles nos shows, ou falar da emoção de encontrá-los pessoalmente. Depois de anos como diretora e fundadora de um fã-clube dedicado aos meninos, essas emoções ficam em segundo plano. Hoje eu vou falar da importância desses meninos para a música nacional, por meio de algumas iniciativas suas que me enchem de orgulho. Vamos lá?

  • Web-Rádio: o Skank foi a primeira banda nacional a lançar uma web-rádio própria, na Internet, com programação 24 horas e sem tocar apenas suas músicas. Esse foi um marco para a carreira da banda já que, por meio da rádio, os fãs podem conhecer melhor as bandas que influenciam seus ídolos, ter acesso a conteúdos exclusivos de suas participações em festivais pelo Brasil e por todo o mundo e a gravar mensagens para os meninos, ouvidas em todo o Brasil pela turma que acompanha a rádio;
  • Banda 2.0: por usar com maestria as redes sociais para realizar promoções para os fãs e colher resultados incríveis por isso, a banda foi homenageada no Prêmio Multishow de 2009 com o troféu de “Banda Multimídia”;

  • Skank no Mineirão: quantas bandas brasileiras você conhece que seriam capazes de lotar de fãs de todo o Brasil um estádio com o tamanho do Mineirão? Eu conheço uma, é o Skank! O feito foi realizado em junho de 2010, num show ao vivo e de graça e numa estrutura com pouquíssimas falhas. O projeto deu origem a um CD / DVD e Blueray que reúne sucessos dos 19 anos de carreira da banda e três canções inéditas: “De Repente”, “Presença” e “Fotos na Estante”, essa última, gravada em estúdio depois da apresentação;

 

  • Participação especial – VOCÊS!: em abril desse ano o Skank lançou um dos projetos que considero o mais ousado até então: a SkankPlay, um portal de armazenamento de conteúdo para a gravação do clipe de “De Repente”, um dos singles lançados em 2010 na gravação do DVD “Skank no Mineirão”. A idéia é que cada fã faça seu vídeo tocando um dos instrumentos usados na música (violão, guitarra, bateria, baixo e teclado) ou cantando em uma das vozes da canção (primeira e segunda voz) para que sua gravação se junte a outras e forme um clipe diferente da música. Após enviar o vídeo e escolher com quem quer cantar / tocar a música, o fã envia seu vídeo diretamente do portal para o Youtube. Hoje, mais de 60 mil versões do clipe estão disponíveis no canal do projeto. E de novo, eles foram pioneiros no Brasil e no mundo!

 

  • Ouvindo os fãs: projetos como o Skank no Mineirão, reformas no site, promoções e sorteios e até testes das páginas do SkankPlay contam com a voz e a opinião de pessoas muito especiais para os quatro meninos de BH: nós, os fãs. Uma equipe ligada a produção da banda sempre envia e-mails para alguns fãs para receber suas opiniões sobre projetos e colhem as novas idéias para análise. O contato do site também responde rapidamente e está sempre lá para ajudar os fãs. Nos shows, produtores muito atenciosos cuidam da entrada de fãs no camarim quando há sorteio para tal e atendem com todo o respeito esses descabelados enlouquecidos que nós somos.

 

 

Acho que eu consigo citar mais uns 50 mil motivos, como a mudança no estilo musical e o sucesso da novidade, as atitudes discretas e corretas dos integrantes, o respeito ao público nos shows e entrevistas, a atenção dos parceiros da banda em todos os lugares e tantos outros, mas vou parar por aqui antes que fique chato. Só quero finalizar dizendo que o Skank me faz ver a vida de um jeito mais bonito porque sua música, simplicidade, carinho e presença me encantam cada vez mais. A emoção de ir a um show e, mesmo sem entrar no camarim, ter a certeza de que aqueles meninos ali do palco me conhecem, sabem quem eu sou, lembram de mim de sua última vinda a São Paulo ou simplesmente sabem da minha existência e me respeitam como fã já é mais que suficiente para explicar esse amor que só cresce a cada vez que eu penso sobre o assunto… e eu sempre penso!

Uma história de amor chamada Skank

Postei esse texto no meu blog sobre música entre os blogs da plataforma de comunicação do Santander uma semana antes do #SkanknoMineirao. Acho que vocês também podem gostar dessa história.

Em 1993, nascia em Belo Horizonte, Minas Gerais, a banda Skank. Formada por Samuel Rosa nos vocais, Henrique Portugal nos teclados, Lelo Zaneti no baixo e Haroldo Ferreti na bateria, a banda tinha a intenção de fazer um som com referências ao reggae jamaicano. No mesmo ano a banda lançou um álbum de nome homônimo e começou a espalhar sucessos pelo Brasil, como “In(dig)nação”, com referências ao sentimento brasileiro pós Impeachement do Collor, “Tanto”, versão para a balada de Bob Dylan “I Want You” e “Gentil Loucura” que virou tema da novela “O Mapa da Mina”. Logo, os 4 meninos de BH viram que tinham que sair de Minas pra fazer sua música colar no Brasil.  Em 1993 eu tinha 5 anos de idade e não sabia o que se passava na cabeça desses 4 meninos que algum dia mudariam o meu jeito de pensar.

Em 1994, o Skank lançou o álbum “Calango”, vendeu 1 milhão de cópias e pôs na cabeça do Brasil as clássicas “Jackye Tequila”, “Esmola”, “É Proibido Fumar” versão da canção de Roberto Carlos, “Pacato Cidadão” e a eterna baladinha “Te Ver”. Foi nessa época, aos 6 anos, que o Skank entrou na minha vida. Meu pai comprou um tocador de CD (na época, isso era uma novidade fantástica) e junto com ele alguns CDzinhos, sendo o do Skank um deles. Meu irmão mais velho, me chamava de “Vaca, cadela, macaca, gazela” uma brincadeira de criança em referência à letra de “Jackye” e eu odiava aquela música. Na época eu acompanha só o estilo musical que meus pais acompanhavam, mas só por causa dos xingamentos do meu  irmão comecei a procurar naquele CD verde da banda de fotos e nome esquisito alguma outra música que eu pudesse usar pra xingar ele… não achei nada, mas encontrei “Sam”, uma outra baladinha linda da banda e que me apaixonou. Aos 6 anos de idade começava a minha loucura Skankarada.

Claro, eu era uma criança. Não dava pra ficar acompanhando a banda em shows, não dava pra ter todos os CDs. Em 96, quando o Skank lançou o álbum “O Samba Poconé” com a também clássica “É uma partida de futebol”, e a politicamente incorreta “Garota Nacional”, eu acompanhei as músicas pelo rádio, com o interesse de alguém que conhecia aquelas vozes. Não sabia que eles novamente tinham vendido mais que um milhão de cópias, nem que uma das músicas viraria 2 anos mais tarde a trilha sonora oficial da Copa do Mundo, nem que eles eram apaixonados por futebol, nem que o Samuel e o Henrique eram cruzeirenses enquanto o Lelo e o Haroldo atleticanos. Eu só sabia que conhecia aquela voz e que me agradava ouvir.

Em 98, o “Siderado” trouxe a baladinha “Resposta” de uma fase mais pop, que se revelaria muito mais intensa no “Maquinarama”, álbum lançado nos anos 2000. O álbum também trouxe a “Saideira” e “Mandrake e os Cubanos” para as rádios e eu também adorei assistir o clipe dessa última e ver o Haroldo loução em mil fantasias diferentes. Pouco me importava se havia sido mixado no Abbey Road, o famoso estúdio onde os Beatles gravaram algum dia, pouco me importava os Beatles, que eu conheci depois, graças ao Skank. Mas tudo isso mudaria em 2001…

Sim, após lançar o “Maquinarama” em 2000 e dar uma reviravolta na carreira incluindo mais elementos do pop, experimentações com instrumentos e trazer definitivamente a veia rock para seu som, lançando os singles “Três Lados”, “Balada do Amor Inabalável”, “Canção Noturna” e “Ali”, o Skank lançou em 2001 o famosíssimo e mais aclamado “MTV Ouro Preto”, um disco ao vivo com os maiores sucessos da banda, além das novidades “Estare Prendido em Tus Dedos” versão para a canção do Police e “Acima do Sol”, inédita. Nessa época eu tinha 13 anos, alguns amigos rockeiros e entre eles um garoto esquisito, meu 1º amor. Esse mesmo garoto foi quem me mostrou “Balada do Amor Inabalável” e foi quem disse que essa música era a minha cara. Daí para frente, minha loucura por Skank adormecida na minha infância voltou com uma força que não sei de onde mais vem. Comecei a comprar e ganhar CDs, revistas, recortes de jornal, acompanhar a banda,e só não podia ir a shows porque segundo meu pai eu ainda “não tinha idade pra isso”. O garoto ficou sendo meu amigo para sempre, mas talvez eu deve a a ele também pra sempre uma das coisas mais incríveis da minha vida: essa minha louca paixão por Skank.

Dos meus 14 anos até hoje eu sou uma enciclopédia viva de Skank. Em 2003, quando eles lançaram o “Cosmotron” e misturaram influências do Clube de Esquina com o britpop e com o rock inglês, a música de raiz do Chico e as experimentações técnicas que só um estúdio próprio proporciona e muitos fãs disseram que eles “perderam a essência” eu fui lá defender canções incríveis como “Por Um Triz” e “Resta um Pouco Mais” tão diferentes das modinhas “Dois Rios” e “Vou Deixar” que tocavam no rádio. Quando os fãs se ofenderam em 2004 quando a banda lançou uma coletânea que tinha 4 músicas inéditas e outras canções apenas dos dois últimos álbuns de estúdio, eu também fiquei brava, mas adorei “Um mais Um” e “Onde Estão”, além da gravação de “I Want You” do Bob Dylan e do inglês engraçadíssimo do Samuel e a dedicatória mais que merecida do álbum à Tom Capone.

As músicas do Skank faziam mais sentido pra mim porque eram a minha história cantada. Em 2006, quando eu cursei 6 meses de Sistemas de Informação de janeiro a junho e em agosto entrei por acaso no curso de Jornalismo, o Skank lançou o “Carrossel” em setembro, cantando “Notícia” e “Antitelejornal”, músicas que se relacionavam ao que eu queria ser, ao que eu queria que o Jornalismo fosse. No mesmo ano, comecei a escrever pra um site de Rock graças à resenha que fiz do CD e o segundo show do qual fiz cobertura na minha vida foi também o primeiro do Skank que assisti, cantando junto com a banda o lançamento “Uma Canção é Pra Isso” que todos os fãs já sabiam, além de “Mil Acasos”, “Eu e a Felicidade”, “Até o Amor Virar Poeira”, “Trancoso” e “Seus Passos” que quase ninguém sabia, mas eu já tinha na cabeça. Conheci muitos fãs, que se transformaram em amigos e mudaram um pouco a minha vida também. Mais legal do que ser fã de uma banda é ter por perto pessoas que também são e que entendem e conhecem bem todas as loucuras que você faz por eles.

Em 2008, às vésperas do lançamento do “Estandarte”, décimo álbum da banda eu já era uma fã consolidada: tinha todos os CDs, sabia todas as músicas, tinha pôsteres, fotos, recortes, informações exclusivas, fazia parte de uma lista oficial de discussões, acompanhava o site, comentava o blog da banda. Mas eu queria mais, e junto a alguns amigos criei o Fã-Clube Skankarados, que se apresentou à banda em novembro daquele ano no show de lançamento do álbum já cantando de cor “Ainda Gosto Dela”, “Sutilmente”, “Noites de Um Verão Qualquer”, “Canção Áspera” e “Para Raio” e de imediato teve o reconhecimento dos caras. A criação e manutenção do fã-clube, assim como o carinho que a banda e produção têm por todos nós é hoje uma das coisas mais legais da minha vida hoje em dia.

Vida Skankarada

Um pedaço de um texto que publiquei no já extinto Leia Livro em 26/10/2005.

Adaptações em negrito.

Vou deixar a vida me levar para onde ela quiser e seguir a diração de uma estrela qualquer, porque eu tô cansado de bancar o herói de mim ou do bem, e abro a porta, eu quero mais, eu quero ser sincero com alguém. Assim como eu sei que Deus lá de cima, sabe muito bem, qual é a minha sina e o que é que me convém, sei também que vou vivendo, mesmo sabendo que a vida nos engana e que a opala não é planta e que os fracassos são nove. Eu vou fazendo o que posso, pois só o sol me dá remorso, sem explicar. O mundo não me assusta, o mundo só me insulta. E no quarto de hotel eu devoto me ajoelho na beira da cama e encosto bem de frente pra o espelho e peço para Deus que possa perdoar quem tem duas pernas e não consegue chegar, quem tem olhos, dois, e não consegue enxergar, quem tem coração e nunca vai saber amar e quem só dá valor quando se pode comprar. Faço isso tudo, porque sou apenas movimento, sou do mundo, sou do vento, nômade.  De qualquer forma eu estou em paz com a minha guerra porque sei que essa vida contém cenas de perplexidade e que esse filme, pensando bem, é impróprio para qualquer idade, pois aqui, no Brasil, toda a nossa indignação é uma mosca sem asas que não ultrapassa as janelas de nossas casasa, porque sofrer o baque todos eles já sofreram, no Paraná, no Pará e no Espírito Santo e a vida nos trata a cacete, mas para os poderosos, tudo legal nas alturas parece, como parece impossível dar um jeito no lixo. Não em engano mais, pois nem todo o arsenal das guarnições civis e nem 300 fuzis M-16, nem as balas do Bush, as bulas do papa, nem as tábuas dos que guardam leis, nada disso vai fazer a gente acatar o absurdo ad eternum desse lugar. Por tudo o mais, eu fico a espera do final, do juízo sobre o mal.

Quero ver quem vai ser o Skankarado que vai citar todas as músicas que usei aqui, na ordem! uhahuauh

"Hoje nasce o meu filho…" SKANKarados! *-*

Nada melhor que usar uma música do SKANK pra avisar pra Deus e o mundo que hoje, 05/11/2008, nasce o Fã-Clube Skankarados!

Essa é uma história de muito amor, carinho, dedicação e acima de tudo: agradecimento.

Agradecimento de cinco loucos por Skank, que têm em comum a trilha sonora de suas vidas e a felicidade maluca de ser fãs de verdade da melhor banda desse país.

E é para agradecer às suas letras, melodias, ritmos, sonoridades, inovações e agora mais do que nunca, carinho com os fãs, que damos ao Skank esta nossa ‘prova de amor Skankarada’.

Enquanto o nosso site não fica pronto, eu recomendo que você comece a conhecer e participar dessa história, acompanhando o nosso blog: http://www.skankarados.wordpress.com

Abraços e beijos Skankarados a todos!